segunda-feira, 17 de março de 2014



É a livre vontade de acreditar em pessoas ou em coisas que não são fáceis de crer, muitas vezes em coisas que não têm explicação ou que não parecem tangíveis.


A fé determina-se através da firme opinião sobre uma verdade, sem qualquer critério de verificação ou tipo de prova da verdadeira evidência, e ainda pela extrema confiança que podemos depositar numa crença ou pessoa.
Acreditar numa religião também é um ato de fé.
Com fé consegue-se muitas vezes ultrapassar os nossos limites, ou os limites da compreensão humana, acreditando em coisas, em previsões, em pessoas, em mistérios que não são visíveis.
A fé é um mistério, muitas vezes é preciso crer para acreditar que é possível, acreditar em algo que não se vê, em algo que não é palpável, a fé pode ser individual ou coletiva.
O amor também é um ato de fé, às vezes incompreensível, outras incondicional ou simplesmente natural, mas este tem a particularidade de se sentir e de nos atingir, por dentro, com menos ou mais intensidade.
A fé tem a particularidade de nos motivar, de nos fazer mover, de nos fazer acreditar que é possível atingir objetivos, coisas ou mesmo pessoas, acreditar que é possível ultrapassar os obstáculos que surgem nas nossas vidas.
Não é possível medir o ato de fé individual, pois esta varia, perante o tipo de situação ou circunstância onde é aplicável, por outro lado também não existe uma escala, uma “bitola” para comparar a fé individual, nem a coletiva.
É bom ter fé no nosso percurso de vida, é como uma ajuda invisível, como uma linha invisível que nos guia desde o início até ao final da meta desejada, ou do percurso que nos é imposto pela vida.

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